Cuícast 02 – HQs no Cinema

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Após um ligeiro (cof) hiato, o Cuícast está de volta!

Rafero, Nosk e Rodox debatem sobre algumas exportações do universo dos quadrinhos para a telona!

Vale lembrar: esse podcast foi gravado em meados de 2011, então alguns filmes ainda iriam chegar e outros estavam nos trailers. E alguns já haviam sido lançados.

Então baixe agora mesmo e ouça o papo ficar cada vez mais louco, apesar das tentativas do Nosk de nos manter nos trilhos!

E dessa vez, DUAS participações especialíssimas!

Após ouvir, deixe seus comentários aqui ou, caso seja uma mensagem mais íntima (uh), manda pro rafero13(@)gmail.com, que eu perdi a conta do SubGhadernal =)

(Duração: 20 minutos – clique com o botão direito do mouse e em “Salvar link como…”)
Cuícast 02 – HQs no Cinema!

Links de lambuja:

Cuícast 01 – RPG’s Eletrônicos

Cuícast Extra 01 – Samir Rolemburguer e Leitura de Emails


Dear Esther

Então finalmente foi lançado o esperadíssimo Dear Esther.

(Minha métrica para expectativas de jogos resume-se a meia dúzia de “especialistas” do twitter, deal with that.)

Se você não sabe do que se trata, senta que lá vem hist… Resumo.

Senta que lá vem resumo.

Resumo (por um) Idiota

O protagonista acorda em uma ilha.

Uma ilha aparentemente deserta, embora mostre sinais óbvios de que já foi habitada, como um farol avistado ao longe.

Logo no primeiro momento, um narrador lê um trecho de uma carta, falando sobre uma série de acidentes que culminou em um naufrágio. Nas palavras dele, “como se tudo que aconteceu na sua vida fosse para trazê-lo até esta ilha”.

A partir de então, você está livre para caminhar pela ilha, desvendando seus mistérios. É aí que vem a sacada do jogo:

Você não corre, pula, armazena itens, resolve enigmas, enfrenta inimigos, foge de perigos invencíveis, coleta recursos, produz exércitos… Nada disso.

Você simplesmente caminha pela ilha, por caminhos, que não parecem mas são, lineares. Ao passar por determinados ambientes ou olhar diretamente para determinados pontos, um novo trecho do diário/correspondência é lido e você tem mais um pedaço deste grande enigma.

Mas isso é legal?

Qualé a do jogo?

Os criadores admitiram publicamente que a intenção era contar uma história movida pela jogabilidade.

Um chato poderia (com razão) dizer: “Mas oras bolas, de que jogabilidade eles estão falando?”

Oficialmente, a história não vai seguir adiante enquanto você ficar parado observando os belíssimos cenários pelo tempo que quiser.

Mas eu concordo com você, meu caro amigo chato. Isso não é bem uma jogabilidade.

A trilha sonora é impecável, os efeitos sonoros são ótimos, o gráfico é excelente. Damn, até a voz do narrador é agradável. Tudo isso contribui pra uma imersão sensacional, tanto que eu não consigo falar “o protagonista desce a caverna, pra investigar o brilho estranho lá no fundo” nesse jogo.

VOCÊ desce a caverna, caminha pela trilha precária, entra no farol abandonado.

Mas… Hm… Você quer ir até a ilha?

Vale a pena?

Muito tem-se dito por aí que esse não é um jogo pras massas. Que se você é o tipo de jogador que se diverte atirando laser ou brandindo uma espada na cara de seus inimigos, mantenha distância de Dear Esther.

E eu achei que essas palavras carregavam um certo tom de desdém, tal qual um fã de filmes cults, “cabeças” (também conhecidos como “filmes-com-closes-que-duram-pelo-menos-quinze-minutos-em-camelos-mastigando”) se acha superior aos reles mortais que se divertem com risadas e explosões.

Eu não vou nem perder tempo defendendo ou criticando este ou aquele ponto de vista.

Até porque eu não consegui me divertir com Dear Esther. Pois é.

Eu vou atrás de jogos pela história, antes sequer de pensar em jogabilidade. Dessa forma eu jogo Mass Effect, bem como Starcraft, Braid e Streets of Rage.

Mas:

Dear Esther é CHATO DEMAIS!

Até procurei palavras mais doces e diplomáticas, mas não deu. Eu não passei do segundo capítulo do jogo.

Assim, a história é ótima. Até onde eu pesquisei, você é levado a acreditar que a história é mais real que a ilha em si. As narrativas são bem emocionantes, falando de arrependimento, felicidade nas coisas simples, agora perdidas e família, amigos e companhias.

Raciocinando, os criadores do jogo sabem que o povo do filme do camelo não é, nem de longe, um público grande o suficiente pra bancar um projeto dessa magnitude (ou mesmo sustentar os desenvolvedores).

Então qualé?

A Importância do Jogo

Atualmente os jogos independentes vêm tendo bastante espaço. Especialmente plataformas como o Steam e a Apple Store ajudam a incentivar a produção em massa, pulando a necessidade de uma distribuidora ou mídias físicas os desenvolvedores podem cobrar preços baixíssimos e justos por suas criações.

Isso abre espaço pra gigantescas revoluções nos jogos, verdadeiros laboratórios de ideias. O cenário indie (aproveitando a chance de usar o dialeto das internets) é grande responsável pelo reconhecimento dos jogos como forma de arte e não mais como entretenimento barato e infantil.

Por isso, Dear Esther é entendiante e quase não pode ser considerado um jogo. Mas criou uma experiência inédita.

E por isso é importante e deve ser respeitado.

Apesar de ser chatíssimo.


One Piece

Bom, vou relatar aqui minha parte favorita do mangá, numa última tentativa de convencer a Galera a ler One Piece.

Vamos lá.

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A Gangue da Pasta Preta

Atendendo à requisição da Priscilla, referente ao filme “Conta Comigo” (olha o trecho dublado pra você IMPLODIR de saudosismo, que nem eu…).

Só que eu me referi, na referência: Esse poster, que EU ACHO que influenciou esta capa.

Ufa.

Pois bem, se você viu a imagem, obrigado.

Se leu o texto, muito obrigado.

E se inclusive clicou nos links, muitíssimo obrigado #seulindo / #sualinda ;D


A Incrível Jornada de Skipp Costermonger


20th Century Boys!

Terminei de ler o mangá. Li, inclusive, o “epílogo” chamado 21st Century Boys.

O que dizer?

Pra começar, foi a melhor história de mistério que já li.

Pequena sinopse:

Misteriosas tragédias que acontecem no mundo foram escritas por nove crianças em um caderno, há muito esquecido. Qual a ligação? Quem é o misterioso “Amigo” que usurpou o símbolo que eles usavam em sua “base secreta”? A chave do mistério está no presente ou no passado, nas memórias de criança soterradas sob as responsabilidades de adultos?

O mangá transita genialmente entre passado e presente, passando por vários núcleos, te fazendo se importar com a história de cada um deles, sem jamais diminuir o ritmo.

Sério, esse feito é impressionante e deve ser admirado. Desde os primeiros capítulos, parece que a história já está rumando para um clímax iminente, sem te deixar respirar um único momento.

Existem textos sobre ritmo e intensidade, como Scott Maccloud disse, em seu livro “Desenhando Quadrinhos”:

Se você mantiver sua história no volume máximo o tempo todo, vai ser muito difícil pro seu leitor ouvir uma explosão.

Aparentemente o autor, Naoki Urasawa, não se encaixa em tais regras.

Além de um excelente mistério, nessa história você vai encontrar:

Demonstrações MUITO fortes de amizade.

Um vilão descomunalmente terrível.

Coragem e esperança.

E doses sensacionais de ação.

Entre outras coisas que não cabe a mim descrever.

Confiem em Naoki Urasawa, também autor de Monster e Pluto.

Eu li no site Central de Mangás, mas 20th Century Boys vai ser lançado esse ano pela Panini, aquela LINDA. Não deixem de voltar a comprar mangá.

E este post não poderia estar completo sem um pedido de desculpas.

Eu explico:

Eu conheço o Piscina há uns cento e doze anos e, desde então, ele fala desse mangá pra mim, mas eu nunca dei a devida atenção. Após virar fanboy da história, eu devo dizer:

FOI MAL!

(como pedido de desculpas, estou ASSISTINDO Eyeshield 21…)


Jin Saotome: Waver Hero

Quem lembra do Jin Saotome?

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Daquele jogaaaaço de luta de Robôs (Cyberbots, segundo rápida pesquisa no Gúgol), ele é o piloto do Bloodia (que eu acho o mais style dos quatro).

Ele até tem história, que parece bem boa, mas não é sobre o que eu quero falar.

Eu quero chamar atenção pro fato dele parecer querer ser a epítome (palavra difícil do dia) do Esvoaçamento!

Percebam melhor no Action Figure:

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Entre cachecol e faixa na testa, acho que só faltou capa.

EPIC.


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